terça-feira, 31 de agosto de 2010

Balanço

Do desemprego!

Foram 4 meses sem estar empregada, 4 meses a receber o subsídio de desemprego.

E agora digo eu, afinal de contas o que é o que o Centro de Emprego faz ao certo?
Estava à espera que me chamassem milhentas vezes, nem que fosse para me propor ir para o exercito, ou para um café na Arroja e ganhar o salário mínimo.

No meu caso, não fizeram nadinha de nada. Fui lá, entreguei os papéis que tinha de entregar, fizeram-me o inquérito da praxe, disseram-me o que havia a fazer e nunca mais me chamaram.

Eu fiz tudo certinho e direitinho. Tenho no meu dossier de desempregada com todas as tentativas de emprego que fiz, assim como os papéis que comprovam que ia fazer a apresentação quinzenal.

O que eu gostava mesmo que tivesse acontecido era terem me chamado para fazer formação. Fosse em que fosse! Aliás, há formações que adorava fazer e que iam dar um jeitaço cá em casa, são elas: canalização, electricidade, jardinagem (em vasos, vá), carpintaria. Eu cá gostava imenso! Ah, e mecânica! Adorava perceber como um carro funciona e andar lá a mudar peças. Pois é, pequenos sonhos que tive. Mas nada! Era uma oportunidade em grande para aprender coisas práticas, mas eles, nada!

No entanto, tenho a dizer que estes meses me souberam muito bem. Era o descanso que precisava. E a forma de me propor a minha própria os meus horários. Para me dedicar mais a mim, à minha família, ao que andava pendente, e conseguir estudar sem outros stresses!

Mas mesmo com descanso nunca parei. Há sempre montanhas de coisas para fazer. Nunca tive a sensação de estar em casa parada.

Aliás, agora, até gostava de ter tido uma semana assim! Sem nada para fazer... A consumir tempo a dormir, ver filmes e comer pipocas.
Começa a angustia miúdinha. O medo de não conseguir.
O medo de não estar à altura.
È sempre a mesma coisa. O medo de não ser capaz.
Tenho de dizer bem alto e escrever muitas vezes:
EU SOU CAPAZ! EU SOU CAPAZ! EU SOU CAPAZ!

Eu sei que sou. I can do it. I can do everything I want.
As novas coisas a acontecerem.
Novo trabalho.
Novos estudos. Um mestrado que afinal não será o que a razão ditou, mas sim o coração. (E é tão bom ouvir o coração...)
Dois testes para fazer e concluir uma caminhada.
A vida cheia novamente.


Será desta? Será agora?

We have to learn our own lessons

"(...) Still sometimes we have to see for ourselves. We have to make our own mistakes. We have to learn our own lessons. We have to sweep today's possibility under tomorrow's rug until we can't anymore. (...) That knowing is better than wondering, that waking is better than sleeping, and even the biggest failure, even the worst, beat the hell out of never trying."

Roubado daqui

sábado, 28 de agosto de 2010

I love CFP*


*Clube Ferroviário

Selinho e desafio!

A minha querida Miss B-Beautiful ofereceu-me um selinho e lançou-me um desafio!



Quanto às perguntas e respostas, cá vão elas:

1. O maior acto de coragem.
Ter saído de casa aos 15 anos para lutar por um sonho. Não me arrependo, nada, nada, nada. Mas ao inicio, foi difícil, embora a pessoa que hoje sou, também se deva a isso.

2. A vez em que tive mais medo.
De perder a minha avó. Num dia, estava com ela no hospital e vi-a a perder os sinais vitais, sem médicos ou enfermeiros a aparecerem.

3. Uma mania irritante
Dizer pá. Roer as unhas de vez em quando. Achar que não vou ser capaz. Manias, pá! E assim de repente, foram logo três!

4. Algo que não dispenso no meu quotidiano.
Falar com a família, esteja onde estiver. Ver o e-mail.

5. Outro blog com pinta
Tem de ser mais que um!

Deluxe Edition da hip girl kiss and tell
Desabafo da Eu 
Uma mansarda em Lisboa da Mariinha

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Arriscar

Ontem de manhã fui ao cabeleireiro. Quando me perguntam o que quero fazer à franja eu desato a rir. Já há alguns meses que me apetece fazer franja. Mas quando lá chego, falta-me coragem. E lá continua o corte, mais ou menos como já está há alguns anos.


Quando fui despedida tive vontade de fazer três coisas diferentes: pintar o cabelo, fazer franja e fazer um piercing.

A primeira hipótese ficou logo de parte. Ando sempre metida dentro da piscina, portanto era capaz de não ser boa ideia.
A franja, bem a franja, enfim, eu sei que o cabelo cresce, que existem ganchos, mas houve qualquer coisa que não me deixou arriscar.
O piercing... já é uma ideia antiga. Mas eu sou uma acagaçada de primeira apanha com tudo o que tenha a ver com agulhas e afins.

Ou seja, arriscar (a mudar), nada de nada.

E foi esse medo de arriscar, que se arrasta a outras coisas da minha vida.

Pergunto-me muitas vezes se não devia arriscar e fazer um mestrado noutro país?
Se não devia arriscar e candidatar-me às tantas ofertas de trabalho na minha área que existem em Inglaterra?
Se não devia arriscar e comprar um carro (mesmo que velhinho) sem medos que vá ser uma despesa constante em oficina?
Não deveria ter arriscado (na altura) a mudar de trabalho, sem pensar no dinheiro, e pensando mais na felicidade?
Devia arriscar um dia fazer uma aula de danças latinas?
Devia arriscar e inscrever-me num curso de fotografia?
Devia arriscar e mandar textos meus a uma editora e ouvir uma resposta antes de me auto-criticar negativamente?

Quando era mais nova, pensava muito menos nas coisas. Acabava por sofrer muito menos com as decisões que tomava. Porque a primeira coisa que me passava pela cabeça era o que fazia.
Agora que é tudo mais ponderado e pensado, acaba por ficar metade do que quero fazer pelo caminho...

Questões mesmo pretinentes (e que ainda não fui capaz de perguntar)

Posso usar calças de ganga no trabalho?

terça-feira, 24 de agosto de 2010

UuuuuUuuuUH......

Na explicação

Fim de tarde.
Três mosqueteiras.
Muitos nervos.
Um professor bem disposto.
Muitas questões.
Muita insegurança.

Professor - "Quatro a dividir por quatro?"

Elas (ou melhor, nós) -
"Uhm..."
"Ahhhh...."
Silêncio. Silêncio. Silêncio.
"0"
"Não!"
"4!"
"Uhmmm, não sei."

"Como é que se chama aquele actor que faz os filmes de vampiros?"
Eu - "Robert Pattinson!"

Professor - "Ah pois, essas coisas vocês sabem sempre, agora os números!"


segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Estranho

Descobrir que duas pessoas que conheci em diferentes fases da minha vida, estão agora juntas.

O mundo gira, gira, gira.......

Da próxima vez?

Teremos tempo para nós os dois?
Poderemos ir à praia juntos?
Não haverá campainhas a interromper?
Criticaremos os outros, e, continuaremos rirmo-nos de nós próprios?
Perdermo-nos pela 125 ao som alto da música dos anos 60?

Teremos tempo para matar todas as saudades?

Para discutirmos que deveria haver mais coisas verdes no frigorífico, mais carne branca e menos enlatados?
Para discutirmos as coisas do dia-a-dia.

Para recuperar todo o tempo perdido?
Todo o tempo que passámos separados?
Por anos tão perto e tão longe, e durante outros anos a longitude tornou-se mais perto, mas continuadamente afastados fisicamente.

E agora, não deverias estar mais perto de mim?
Juntos a todo o tempo e a toda hora?

A vida passa, cada vez tenho mais noção da nossa mortalidade e mais medo de não poder estar contigo tanto tempo quanto gostaria.


Chegada à cidade

E a carteira parece que está com gastrite. Ainda não parei de gastar.

domingo, 22 de agosto de 2010

"Podemos viver toda uma vida

sem nos apercebermos de que aquilo que procuramos está mesmo à nossa frente."


Um dia de David Nicholls - comprei ontem e estou a lê-lo compulsivamente.



Estou desejosa de saber onde esta história vai acabar!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Ora vamos lá animar isto!

E falar de... Comida!

Já experimentaram o gelado Maltesers?

É super leve e muito bom! Só é pena é que seja tão pequenino, dá vontade de comer logo dois!

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Às vezes passo-me completamente.
Digo tudo o que tenho a dizer.
Quando menos se espera.
Porque acumulei e não te disse na altura certa.
E arrebento.
E aí já não há nada que possas contrapor.

Está tudo feito.
Pertence ao passado e magoa-me estares tão perto e tão longe.


"A proposta é esta"

Eu - "E como é que isto é definido?"

Eles - "Conforme o orçamento."

Eu - "E os anos de carreira? Os cursos?"

Eles - "Não tem nada a ver. Conta apenas  que podemos oferecer, e para já o que oferecemos é isto, por isso lhe perguntamos se aceita."

Eu - "E se não aceitar?"

Eles - "Passamos a quem tenha ficado em segundo lugar e assim sucessivamente."

Eu - "E se ninguém aceitar?"

Eles - "Não contratamos ninguém."

Agora a sério, porque é que me dizem que é uma proposta e que tenho de confirmar se aceito ou não? Se eu não aceito, saio fora! E para que é que abrem concursos? Se toda a gente começasse a dizer não, ficavam com a chafarica vazia!

Depois da má notícia...

Exactamente: Uma boa notícia! Ela tinha razão!!

Sempre deu para alegrar a noite chuvosa de ontem.

Agora, digam-me: mais alguém, por aí, aflitinha para acabar qualquer coisa?
Normalmente, quando tenho qualquer coisa em mãos (especialmente um curso), lá para o fim parece que fica enguiçado. Isto já é karma!

Estraga-me o mês de Agosto? Estraga! Mas hei-de fazer o mais rápido possível, não vou morrer na praia. Depois de tantos testes e trabalhos, o que são apenas mais dois? (logo os mais difíceis... (mas eu não disse isto)).

Para já: um mergulho de mar. É das coisas que me faz mais feliz!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

....

Dar-te a notícia pessoalmente.
Ver o teu ar desapontado.
Ver que ficaste triste.

Mas eu sou capaz.
Hei-de ser capaz.

E fazer-te sorrir-
E fazer com que continues (sempre) com orgulho em mim

In the end


Muitas vezes sinto-me mal, completamente destroçada pelas coisas que podia ter feito melhor e não fiz. Que podia ter tentado mais, trabalhado mais. Mas é também a falhar e a re-tentar que se aprende. E sim, que me faz ser o que sou. Hoje e sempre.

domingo, 15 de agosto de 2010

Posso escrever?


Conto já com alguns anos a escrever. Começou de uma forma espontânea. A partir do 5º ano, comecei a escrever, escrever muito, como forma de desabafo, até quase de terapia.
A adolescência (ou a pré adolescência) é um período conturbado. Muitas são as dúvidas, os anseios, os medos, a sensação de incompreensão. Eu vivi isso tudo. Estive completamente na “idade do armário”. Sentia-me muitas vezes sozinha. E a escrita era um escape.
E assim tem sido. Até hoje. Escrevo porque adoro escrever. Adoro sentir o gosto das palavras que me saem dos dedos. De formar as frases e ver como as palavras dançam até fazerem sentido.
Já não sei se o faço por ser um escape, um exercício que gosto de fazer, uma maneira de transpor para papel o que sinto, o que vai na alma, o turbilhão de sentimentos que ainda tento digerir, a minha versão do mundo.
Sem a escrita seria um pouco menos feliz. Um pouco menos completa.
Hoje em dia, tenho pena que muitos textos que escrevi se tenham perdido, que os tenha rasgado, que tenha carregado na tecla delete porque achei que já não faziam sentido. Se pudesse, gostava de recuperar tudo isso. Fazer um forward e reler as palavras que naquela altura fizeram sentido, fazer agora uma critica ao que naquele tempo era capaz de fazer.
Na escola, diziam que escrevia bem. Sempre disseram. Mas isso era quando escrevia sobre o que gostava. Escrever por obrigação resultava sempre numa ideia baralhada de frases sem sentido.
O meu homem, ao ler textos meus, alguns com já alguns anos, perguntou-me se eu nunca tinha pensado em escrever para crianças. Eu adoro literatura infantil. Compro livros para crianças e não me envergonho disso. Gosto que me transportem para outros mundos, que me agitem, que me façam sonhar.
Mas escrever para crianças, é outra coisa. E julgo, que será ainda mais difícil do que para adultos.
Aliás, na verdade, nunca pensei escrever para ninguém. Escrevia para mim. Um acto egoísta, talvez. Mas nunca pensei que as minhas palavras pudessem estar à disposição de todos que as quisessem ler.
A ideia de escrever um livro, nem que seja só para mim, começa-me a fazer algum sentido. Nunca tinha pensado a sério nisso. Mas começo a ter vontade de partilhar esta paixão com o mundo.

sábado, 14 de agosto de 2010

Vuelvo al Sur

Toda a gente decidiu opinar.
Eu tenho de pôr as ideias em ordem.

Oh Sr. Rogério Samora....

Então agora dizem que vai casar? Assim, do nada? Sem me fazerem um aviso prévio!!!???
Eu e a minha amiga X. estamos à beira da apoplexia! Então ele não era gay?? Até já o tínhamos riscado da nossa next to marrying list, e agora diz-se que se vai casar com uma miúda da nossa idade?

Anos e anos a sonhar com ele...

Porquê? Porquê? Porquê?

É que ainda por cima, este, é mesmo como o Vinho do Porto...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Eu desejo impossivelmente o possível

Sinto-me completamente na alma de Álvaro de Campos.

"O que há em mim é sobretudo cansaço —
 Não disto nem daquilo,
 Nem sequer de tudo ou de nada:
 Cansaço assim mesmo, ele mesmo,
 Cansaço.

 A subtileza das sensações inúteis,
 As paixões violentas por coisa nenhuma,
 Os amores intensos por o suposto em alguém,
 Essas coisas todas —
 Essas e o que falta nelas eternamente —;
 Tudo isso faz um cansaço,
 Este cansaço,
 Cansaço.

 Há sem dúvida quem ame o infinito,
 Há sem dúvida quem deseje o impossível,
 Há sem dúvida quem não queira nada —
 Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
 Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

 E o resultado?
 Para eles a vida vivida ou sonhada,
 Para eles o sonho sonhado ou vivido,
Para eles a média entre tudo e nada, isto é, isto...
Para mim só um grande, um profundo,
E, ah com que felicidade infecundo, cansaço,
Um supremíssimo cansaço,
Íssimo, íssimo, íssimo,
Cansaço..."
O meu pai diz que o destino já está traçado.
Que o que aconteceu fez-me, quase à força, optar pelo que o meu coração mandava e que eu insistia em não seguir.
Porque devemos fazer o que amamos.
Só assim, seremos felizes.

Como esperava

Não gostei.

Odeio estas escolhas.

Lá está a vida a brincar comigo. Ironia do destino...

Prova não superada

Pareceu-me que os vernizes da Andreia duravam um bocadinho mais que os da Risqué, mas a prova de irem à água da piscina, não foi superada.

Estes também lascam em contacto com o cloro.

Mas sim, este 43 tem uma cor muito bonita!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

I can see you burning with desire








For a kiss

Neste lindo mês de Agosto

Dizem que em Lisboa, no mês de Agosto, tudo fica mais calmo. Ora eu não tenho visto nada disso.

Se vou para os lados de Entrecampos, Marquês de Pombal ou Oriente, o metro vai cheio.
No Colombo, seja hora de almoço, lanche ou jantar, está cheio.
Nas esplanadas à noite, seja na Baixa, no Chiado, no Adamastor, em S. Pedro de Alcântara ou no Deli Delux, estão cheias.

É certo que se vêem muitos turistas, e muitos deles italianos (ou não fosse já habitual eu dar de cara com montes deles), alemães, ingleses, espanhóis...

Mas senhores, eu gosto tanto da minha cidade, e quase que sinto falta de espaço nela!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Continuo sem ver nada

Eu não estou a ver nada!


Vou fingir que não os vi. Ou que os vi e não gostei. E que não estão super baratos.

Se eu podia viver sem estudar?

Podia, mas não era a mesma coisa.

Nos últimos tempos, tenho-me perguntado cada vez mais se há determinadas áreas em que entramos na nossa vida, que quer queiramos, quer não, ficam sempre pegadas a nós. São essas as tais experiências, que como disse um professor meu, nos ficam coladas à pele.
O teatro, paixão que explorei durante algum tempo e que um dia quis adormecer (porque achava que já não valia a pena), insiste agora em saltar cá para fora outra vez. E eu a tentar contrariar essa vontade que é mais forte que o meu lado racional.
Em 2005, rumava eu de Portugal para Inglaterra à procura de uma universidade (artística, diga-se). Quando encontrei a Central School of Speech and Drama, achei que era ali que devia tentar a minha sorte.
Estava demasiado desiludida com o que se passava por cá no mundo artístico, achei que lá poderia resultar. Mas o medo de falhar, de não dominar totalmente o inglês, da falta de dinheiro, de comer só arroz (como tenho visto que tem acontecido com ex-colegas minhas) fez-me recuar. E nem tentar.
Os anos passaram e hoje sinto-me mais confiante. Não só com mais sabedoria, mas também com mais calma interior e com mais coragem.
Ontem, massajaram-me o ego. E muito. Falaram da minha voz. Do poder que ela tem. Que é uma pena que não seja aproveitada, porque eu, até naturalmente, tenho um poder de voz que em Portugal é raro.
Não pude deixar de pensar nisso. Não pude deixar de reflectir. Mas entretanto, o meu corpo e a minha voz já fecharam. Se era para ter continuado deveria ter sido justamente na altura em que desisti.
Já a minha amiga V. diz que o meu caminho agora deveria ser a Arte e Educação. E eu sei o quanto seria feliz a fazer esse mestrado. E ao facto de ele me puder abrir portas nessa área. 

O prazer mais puro que senti na minha vida, foi em palco, a construir uma personagem. Não preciso só das tábuas, preciso de tudo o que ali se sente. E isso é inexplicável.
De qualquer forma, não julgo que será o mestrado que fizer agora que vai definir a minha profissão, quanto muito, definirá  uma das minhas profissões. Mais uma vez, não tenciono ficar por aqui. E há pelo menos mais um mestrado e uma pós-graduação que quero fazer.

Sinto-me um tanto ou quanto viciada em estudar. Levei 9 anos a odiar a escola, portanto quero recuperar o tempo perdido!
Talvez seja uma forma de conseguir conjugar duas áreas que amo. O teatro e as bibliotecas. E deixar uma carreira mais técnica de lado durante uns tempos.
Enquanto puder.

Em todo o lado essa palavra....



A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas... nos carros... nas pontes... nas ruas...
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!
Para nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Resoluções de um quarto de século

Já os médicos me diziam, (há muito, muito tempo - há tanto, que eu nessa altura só usava ténis e havaianas, e onde é que isso já vai?????) que saltos altos só em ocasiões muito especiais. Que a minha coluna não gostava deles.
E realmente não gosta mesmo nada.

Ora portanto, os que tenho já me chegam. A partir de agora só compro coisas baixinhas, baixinhas. A minha lombar agradece. E a minha vértebra a mais também.

sábado, 7 de agosto de 2010

Suspeito que um dos meus melhores amiguinhos está doente. E não há anti-vírus que lhe faça bem.

Estou a ficar mesmo preocupada! Já não sei viver sem computador!
Posso (tentar) perdoar.
Posso (tentar) esquecer.

Mas de vez em quando lá vem uma prova que não o cumpriste.

Que continuas a não cumprir.

E volto a não confiar um bocadinho mais em ti.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Por aqui lê-se


Tenho-o desde 1998. Comecei a lê-lo logo que me o ofereceram. Mas passadas trinta páginas desisti.
Agora, passados doze anos, estou a devora-lo!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Entrámos em época de contenção*

Para poupar o máximo possível para ir a espectáculos!

Mais um vez tenho me a queixar que isto em Portugal está a ficar muito complicado. Cada vez são mais os espectáculos e concertos que gostava de ir. E como tenho andado a conter-me, e já há uma data de tempo que não vou a lado nenhum, vou-me desforrar daqui para a frente.

Ora portanto:

Em Setembro (Pavilhão Atlântico dia 10)
Leonard Cohen (ou mais conhecido como o homem com quem me casava já, se não tivesse idade para ser meu avô)
Estou em pulgas para rever este senhor. A cada ano que passa, estou mais apaixonada.

Goldfrapp. (Coliseu - dia 22)
O que posso dizer? Apaixonei-me desde logo pela sua sonoridade. Ainda não ouvi o cd novo, mas tenciono fazê-lo muito brevemente!


Em Outubro (Pavilhão Atlântico - entre 13 a 23)
Cirque du Soleil com o seu Saltimbanco (é daquelas coisas que me povoam os sonhos e me fazem sentir tão mais feliz... (e que me fazem chorar ao som das palmas...))

Em Novembro (dia 21)
Shakira, Shakira!!!!!!!
Já vos disse que tenho gostos musicais muitos diversificados? Já a vi, e quero repetir a dose! ADORO esta menina e o seu poder de anca!



*Aliás, já estávamos, mas agora é que tem mesmo de ser.

Everyone

They love you.

Everyone.


I do too,
    The Universe





And you love them