quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Onde é que deixei a minha bola de cristal?

Este ano tenho (ou teria),para já, dois casamentos marcados. Não acredito em nenhum deles.

Escusam de me apedrejar já. Eu não sou menina de me querer casar, que não sou. E também não sou grande fã de casamentos, que não sou. Mas adoro histórias de amor. Das verdadeiras. Das puras. Daquelas que duram vidas. Que são provas de companheirismo, de amizade. Mas não concordo por aí além com a festa de casamento and so on. Mas atenção, cada um faz o que quer, e se é assim que querem celebrar o amor, e que o querem mostrar ao mundo, então eu sou a primeira da fila, a bater palminhas, a chorar, a emocionar-me.

Agora, quando vemos que já à partida qualquer coisa (ou muita coisa) já está condenada e já correu demasiado mal, como nos sentimos quando chega aquele convite de casamento?

Infelizmente, ou felizmente, vá-se lá saber, o casamento que deveria ir este fim-de-semana está em sérios riscos de não se realizar.

Quando recebi o convite disse ao meu homem: Eu não acredito neste casamento, nem tenho vontade de ir, mas como ele é teu amigo, vou. Mas não acredito neles, muito menos nesse amor.

Às vezes gostava de estar menos certa. Gostava menos de ter esta ideia que tenho uma bola de cristal incorporada, ou um sexto sentido demasiado desenvolvido.

4 comentários:

Daniela Pereira disse...

LOOL mas eles já são crescidos, deixa-os cometer os próprios erros. Além de mais não te queixes que só tem papinha da boa nos casamentos xD

Manuela disse...

Querida Claudia, pois eu acho óptimo teres esse sexto sentido, para o mal e para o bem! ;)

Eu disse...

Nunca se sabe... Se o mais feliz dos namoros pode dar um casamento curto e doloroso, o inverso também pode acontecer.

amberhella disse...

não podemos negar que o sexto sentido tem muito de verdade..se o sentes é por algum motivo, é instintivo. Eu detesto ir a casamentos...é verdade....detesto...por mim ia só à parte da igreja, chorava um bocadinho e ala para casa. tudo o resto me da a volta ao estômago. e eu tb sou das que adora historias de amor...daquele amor louco, verdadeiro, quase transcendental..