quinta-feira, 28 de maio de 2015

Espaço vazio.
Espaço sem ti.
Este não é o meu sítio.

A noite é longa e as saudades apertam. A noite faz com que todos os quilometros deste mundo pareçam infinitos. Nem as estrelas cadentes chegam para os minimizar.

Escrevo palavras sem nexo, palavras sem fim. Escrevo um grito de ipiranga. Escrevo o gélido da noite. Escrevo a lança que me trespassa o coração. Grito por ti. 
Onde estás agora?
 Preciso do teu abraço.

Noite fria. Noite gélida.

Que importam as noites mais belas do mundo se não estás cá para me abraçar?

Fazes-me falta. Fazes-me falta. 

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