sexta-feira, 24 de maio de 2013
Library stuff
Really?
terça-feira, 16 de abril de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
Livros. Livros. Livros.*
Compreendo perfeitamente as ansiedades de qualquer amante dos livros, mas a menos que você já tenha trabalhado em bibliotecas e sido esmagado pela massa absurda do texto em papel, você não sabe nada sobre o gerenciamento de quantidades maciças de livros.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
E os cabelos brancos que tenho?
"Eu tenho dois livros encomendados e quero voltar a encomendar"
No balcão de biblioteca:
Uhmmmm. Quer reservar?
A piquena:
"Não. Estão encomendados."
Certinho. Ainda não descobri nenhuma biblioteca que faça encomendas, mas é uma questão de procurar melhor.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
Best and Worst Jobs 2010
Segundo o job site CareerCast.com a profissão de bibliotecário aparece no lugar 46 da listagem Best and Worst Jobs 2010. Not so bad... Só é pena é os salários aqui indicados não corresponderem a Portugal... Definitivamente, tenho de ir para os USA!
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
The library hotel
Gostava de dizer que a resolução de ano novo é voltar a NY e ficar a dormir neste hotel. A menina quer, quer muito!
http://www.libraryhotel.com/
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Bibliotecas ao ar livre
Nem mesmo a chuva consegue afastar os habitantes de Bona das suas “Bibliotecas ao ar livre”. À volta da estante da Poppelsdorfer Allee, uma das cinco “bibliotecas” na cidade, há sempre uma grande agitação. De repente um carro pára, uma jovem sai e deixa livros novos na estante situada debaixo dos castanheiros: “Porque não ouvem os homens”, de Allan e Barbara Pease; e “Selige Zeiten, brüchige Welt”, de Robert Menasse. Estes dois livros juntam-se às cerca de duzentas outras obras que se encontram nas prateleiras da estante de dois metros com portas de vidro.
A ideia por detrás destas “Bibliotecas ao Ar Livre” é tão simples quanto engenhosa – qualquer pessoa pode dirigir-se às estantes, a qualquer hora do dia ou da noite, 365 dias por ano, e deixar ou levantar livros para ler. As bibliotecas são tão diversas e coloridas quanto os seus utilizadores: a ficção encontra-se ao pé da culinária e a informática confunde-se com os livros técnicos de psicologia. Estudantes, donas de casa, idosos e sem abrigo: todo o tipo de pessoas usa estas bibliotecas, alguns descobrindo-as por acaso, outros tendo já ouvido falar delas. “É também um local para comunicar”, diz Nicole Schmidt da Bürgerstiftung Bonn (uma fundação comunitária de Bona). “Os livros fazem as pessoas meter conversa umas com as outras.”
A biblioteca como escultura social
As “bibliotecas ao ar livre” são o resultado de um concurso de ideias organizado pela Bürgerstiftung Bonn em 2003, uma proposta de Trixy Royeck que conquistou toda a gente. Nessa altura Trixy estudava design de interiores em Mainz e inspirou-se nos artistas Clegg & Guttmann que, no início dos anos 90, instalaram as primeiras bibliotecas ao livre em Graz, na Áustria e depois em Mainz, na Alemanha. Clegg & Guttmann vêem as suas bibliotecas ao ar livre abertas como uma forma de escultura social, pois acreditam que a combinação de livros e a forma como as pessoas os tratam reflecte a estrutura do distrito urbano.
“Os casos de vandalismo ou roubo foram quase nulos”, declara Nicole Schmidt, que também afirma que, em todos os anos do projecto, nunca houve nenhum caso de graffiti a sujar as estantes, algo que surpreendeu os organizadores. A única excepção aconteceu na “Weiberfastnacht” (Quinta-feira das comadres), quando deitaram fogo às estantes localizadas no distrito Beutel de Bona. Por esta razão, esta é a única biblioteca que fecha nos últimos cinco dias antes do Carnaval.
Faça chuva ou faça sol
Os habitantes de Bona não se preocupam só em usar as bibliotecas ao ar livre – sentem-se também responsáveis por elas. Alguns voluntários apadrinharam as bibliotecas e procuram assegurar que estas não contenham livros extremistas, pornográficos ou com material ofensivo e, de vez em quando, até limpam as portas de vidro. “Não sabemos o nome de todos estes guardiões”, explica Nicole Schmidt. “Por vezes os livros são organizados por transeuntes, e há mesmo quem nos ligue a avisar quando o vento estraga as portas de vidro”. A substituição ocasional das portas de vidro constitui um dos poucos custos de manutenção necessários. Estes custos também são suportados na sua totalidade por donativos. “Este projecto é totalmente auto-suficiente, não é necessário qualquer orçamento”, afirma a responsável da fundação.
As últimas duas estantes, compradas em Bona em Agosto de 2008, custaram 6000€ cada. “As portas destas estantes têm um sistema especial que fecha automaticamente as portas”, explica a Nicole Schmidt. O vidro também é muito mais estável e resistente às condições metereológicas, aguentando melhor o peso dos livros. A estrutura exterior é igual, composta de uma liga metálica especial que não enferruja. A estante de metal e vidro está cimentada chão, de forma a que possa sobreviver à mais severa das tempestades. Mas mesmo que chova durante muito tempo, a humidade não chega a afectar os livros, pois a flutuação dos livros é grande. “Há livros que desaparecem das estantes em poucos minutos”.
Algo para o caminho
“Livros abandonados nas estantes não”. Este é o slogan do Bookcrossing, uma rede de troca de livros na internet. Este sítio web permite aos leitores disponibilizarem livros que já leram a outros leitores sem qualquer contrapartida financeira. Ao contrário do Bookcrossing, as “Bibliotecas ao ar livre” são organizadas a nível local. Disponíveis offline, são a solução ideal para os desejos espontâneos de leitura. Na Poppelsdorfer Allee em Bona, as estantes encontram-se perto da estação ferroviária, o que se revela uma vantagem, como confirma Nicole Schmidt: “muitos viajantes passam pelas estantes todos os dias, e quando precisam de algo para ler no comboio, levam um dos livros, devolvendo-o passado uns dias”. Quem gostar muito de um livro pode simplesmente ficar com ele e trazer outro oi substituir – algo que nenhuma outra biblioteca permite.
A fundação Bürgerstiftung de Bona está particularmente satisfeita com o facto de os turistas levarem a ideia de volta para as suas cidades natais. “Os turistas perguntam-nos como organizámos as nossas bibliotecas ao ar livre e enviam-nos recortes de imprensa quando criam este projecto nas suas cidades.” Entretanto foram também criadas “Bibliotecas ao ar livre” em Hannover, Darmstadt e Bayreuth, onde é possível encontrar não só livros de toda a espécie, mas também reconhecer o esforço e o empenho da comunidade, algo que se está a espalhar cada vez mais.
In http://www.goethe.de/ins/pt/lis/wis/sbi/art/bib/pt4048459.htm
terça-feira, 21 de abril de 2009
All I have to do is dream
Talvez o meu mal tenha sido o facto de ter começado a trabalhar demasiado cedo. A pouco e pouco vem o charme do dinheiro, a independência financeira e tudo acaba por ser uma bola de neve.
E assim tomam-se opções, delineia-se uma estratégia, dá-se o melhor que se pode...
E entretanto os anos vão passando e quanto mais aprendo mais certezas tenho do que quero fazer. E apercebo-me que cada vez gosto mais do meu curso e menos do meu trabalho. Mas para já é assim: o segundo paga o primeiro e quando este terminar outras oportunidades hão-de surgir.
É como digo: cada um prostitui-se da maneira que pode.
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Those who are good librarians love their job and are very passionate about it
Librarianship is an underrated career. Most librarians love helping patrons solve their problems and, in the process, learning new things. Librarians may also go on shopping sprees, deciding which books and online resources to buy. They may even get to put on performances, like children's puppet shows, and run other programs, like book discussion groups for elders. On top of it all, librarians' work environment is usually pleasant and the work hours reasonable, although you may have to work nights and/or weekends
The job market for special librarians (see below) is good but is sluggish for public and school librarians. Nevertheless, persistent sleuthing—that key attribute of librarians—should enable good candidates to prevail.
That effort to land a job will be well worth it if you're well suited to the profession: love the idea of helping people dig up information, are committed to being objective—helping people gain multiple perspectives on issues—and will remain inspired by the awareness that librarians are among our society's most empowering people.
A Day in the Life. You work in a small municipal library, where you have to do a little of everything. You start your day by leafing through catalogs from online database publishers and book reviews in Library Journal to decide which titles to add to your collection. Next, it's out to the reference desk, where visitors regularly ask how to find something. Sometimes, it's esoteric; often, it's the bathroom. Later, you teach a class: an advanced lesson in Googling. Next, it's back to the reference desk, but you're soon interrupted by a group of boisterous kids, so you have to turn into schoolmarm: "You'll have to be quiet, or I'll have to ask you to leave." You end your day reading about "automated librarianship": data storage systems that let the public get needed resources without the help of a live librarian. Tomorrow, you decide, you'll start writing a grant proposal to develop a computer kiosk that will help patrons find health information.
Smart Specialty
Special librarian. All sorts of organizations need librarians, not just public libraries. They work for colleges, law firms, hospitals, prisons, corporations, legislatures, the military, and nonprofit agencies. In fact, special librarianship is the field's fastest-growing job market. Unlike public and university jobs, which require night and weekend hours, these jobs are mostly 9 to 5.
Salary Data
Median (with eight years in the field): $47,400
25th to 75th percentile (with eight or more years of experience): $42,800-$63,700
(Data provided by PayScale.com)
Training
The American Library Association offers information and links regarding training, including online options.
U.S. News rankings of library programs
In:http://www.usnews.com/articles/business/best-careers/2008/12/11/best-careers-2009-librarian.html
quarta-feira, 25 de março de 2009
Não há nada como....
Ligar o computador, aceder ao moodle e eis que.... mais uma disciplina feita, quando nada o fazia esperar.
Apesar de ainda faltar uma nota deste semestre posso dizer: cheguei a meio do curso!
E para quem andou a coleccionar frequências universitárias, sim, isto é uma vitória, porque finalmente descobri aquilo que quero fazer a longo curso. :)