quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Babadissíma

"Adoro bibliotecários, são tão simpáticos, tão prestáveis, sabem sempre ir ao encontro do que queremos!"


Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. Esta encheu-me o ego!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Passados três meses, voltámos ao mesmo ponto.
Desta vez eras tu que falavas e eu que escutava.
Deixei-te explodir, dizer tudo o que tinhas para dizer.
Queixares-te.
Dizeres que um dia justiça será feita.

Sei perfeitamente o que sentes.

Há três meses, estive do outro lado da mesa. E tu ouviste-me.
E deixaste-me reclamar de tudo e mais alguma coisa.
E de deitar cá para fora o que me fazia ficar triste, mas por outro lado aliviada.

Ambas, tivemos exactamente a mesma sensação.
Quando fomos despedidas, sentimos que estávamos a sair de uma relação e nem percebiamos muito bem porquê.
Do tipo: "és profissional, és pontual, gostamos do teu trabalho. Mas tens de ir embora."

Eu sei que a tua oportunidade vai chegar.
Acredito que o teu carisma, a tua força de vontade, e a tua ambição ainda te levarão muito longe.

Às vezes, temos é de saber esperar.

Hate you. Love you

Hoje vi a paixão antiga de alguém que me é muito próximo.

Pensei tanto na força do amor. Do que é estar com alguém que se ama. Do que é (re)encontrar o amor noutra pessoa.

E quantas pessoas passarão na nossa vida que ocuparão o lugar de "my significant other"?

E quanto tempo "ficam" connosco? Quanto tempo demoramos a esquece-los?
Durante quanto tempo os sentimos presentes na nossa vida mesmo que já não estejam?
Quanto tempo, pensamos em virar a esquina, e dar de cara com ele?

E depois do amor?



I love you. In a really, really big pretend to like your taste in music, let you eat the last piece of cheesecake, hold a radio over my head outside your window, unfortunate way that makes me hate you, love you. So pick me. Choose me. Love me.

Meu rico Alentejo!

Se mamma não vai à Tease...

Vai a Tease até ela!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Filmes da minha vida #8

Só neste país

Vou a uma entrevista. Perguntam-me quanto recebia. Quanto tenciono agora receber. Eu digo o valor. Ficam a olhar para mim de boca aberta. (E atenção que disse um valor mais por baixo do que realmente desejo). E perguntam: "Mas isso não é negociável?". Para baixo? Até pode ser. Conforme os prémios, e outras regalias. Tudo é negociável nesta vida.

Agora, se se diz que, nos tempos que correm, quem tem o 12º ano é a geração dos 500€, e quem é licenciado é a geração dos 1000€, porque raio peço eu um valor entre um e outro e acham estranho?

Meus amigos, falta-me só uma disciplina para acabar a licenciatura. E eu sei, que por aí, há sítios que pagam acima da média. Portanto, não julguem que estou desesperada. E muito menos que aceito um salário de 500€ com contrato temporário.

E não se surpreendam quando digo que projectos próximos são começar o mestrado.

E o que me custa, é ver quanto no UK pagam a um bibliotecário. Ou nos USA...

É nestas alturas, que tenho vontade de arriscar e partir.

Já diria Sérgio Godinho:

Portugal é nosso p’ro bem e p’ro mal