domingo, 30 de maio de 2010

Momento

Bebel Gilberto é das cantoras que mais gosto. A sua música inspira-me, dá-me calma, faz-me sorrir...

sábado, 29 de maio de 2010

Este também já marchava!

Adoro esta cor!



Eu bem que fiz uma tentativa de comprar um verniz assim entre o cinzento e o castanho, mas nas unhas o resultado é mesmo cinza-Rattatouile (aka cinza-ratazana). Não foi uma experiência feliz. Vá, resta-me pensar que o Rattatouile (ao contrário dos outros ratos) é fofinho. E cozinha bem. E aqui, a cor da sua casaca até lhe fica bem. Ao contrário das minhas unhas.

Hoje faz um mês desde o meu último dia de trabalho.

Saudades do trabalho em si? Nem vê-las! Sinto-me completamente bem em estar "livre"!

Saudades de algumas pessoas? Sim, muitas.

Vontade de abraçar um projecto novo, no qual me identifique mesmo? Muitaaaaa!!!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

"Mas tu não páras?"

Parece que não. Tenho andado saltitante para um lado e para o outro desta cidade, a conhecer caminhos e ruelas que antes desconhecia. E a aproveitar a companhia dos amigos e da família.

Claro, que pelo meio paro. Paro para me sentar e estudar nos jardins da Gulbenkian, coisa antes quase proibida por falta de tempo. Estudar era à noite, depois de fazer o que havia a fazer em casa, não havia tempo sequer para um meio passeio.

E o bem que me tem sabido ser só estudante...

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Estou viciada. Maldito dia em que entrei na Tease. Cada vez que lá meto os pés, já as piquenas que lá trabalham devem pensar: "Esta outra vez?"?

Mas são umas queridas. E eu ainda não provei todos. Vá, e já lá entrei só para trazê-los para casa, mas não comi nem um. Podia ser mais dramático.

quarta-feira, 26 de maio de 2010



Tenho de confessar que ainda não percebi muito bem. Se fui eu que escolhi os livros ou se foram eles que me escolheram a mim.

A minha relação com os livros e a leitura começou cedo. Desde que me lembro de mim, lembro-me de haver a Time e o Público na mesa da cozinha. Os livros sempre abundaram em casa. E eu sempre tive de todo o tipo de formato de livros. Dos para o banho, dos que se abriam e formavam figuras em três dimensões, dos livros-álbum, da banda desenhada e muitos mais.

Quando morava na bimbolândia tive a sorte de ter perto de casa uma boa biblioteca fixa da Gulbenkian. E isso, claro que foi mais uma ajuda. Era sem sombra de dúvida um espaço agradável de se estar. E foi assim, que ao contrário de muitas pessoas, guardei uma relação muito boa com este género de espaços. E, a minha mãe e a minha tia foram grandes mentoras no que toca ao prazer da leitura e do objecto livro.

Entretanto fui crescendo e fui vendo que existiam bibliotecas em que a única vontade que tinha era a de fugir a sete pés. Com funcionários mal-educados, pouco acessíveis, colecções moribundas e com prateleiras fechadas à chave.

Mas os tempos mudaram. Algumas bibliotecas continuam a ser locais claustrofóbicos, mas outras são espaços pelos quais me apetece perder. Com actividades muito apelativas, bibliotecários prestáveis e simpáticos, colecções ricas e jardins fabulosos.

E agora, é numa dessas que quero trabalhar.