segunda-feira, 31 de maio de 2010
domingo, 30 de maio de 2010
Momento
Bebel Gilberto é das cantoras que mais gosto. A sua música inspira-me, dá-me calma, faz-me sorrir...
sábado, 29 de maio de 2010
Este também já marchava!
Adoro esta cor!
Eu bem que fiz uma tentativa de comprar um verniz assim entre o cinzento e o castanho, mas nas unhas o resultado é mesmo cinza-Rattatouile (aka cinza-ratazana). Não foi uma experiência feliz. Vá, resta-me pensar que o Rattatouile (ao contrário dos outros ratos) é fofinho. E cozinha bem. E aqui, a cor da sua casaca até lhe fica bem. Ao contrário das minhas unhas.
Eu bem que fiz uma tentativa de comprar um verniz assim entre o cinzento e o castanho, mas nas unhas o resultado é mesmo cinza-Rattatouile (aka cinza-ratazana). Não foi uma experiência feliz. Vá, resta-me pensar que o Rattatouile (ao contrário dos outros ratos) é fofinho. E cozinha bem. E aqui, a cor da sua casaca até lhe fica bem. Ao contrário das minhas unhas.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
"Mas tu não páras?"
Parece que não. Tenho andado saltitante para um lado e para o outro desta cidade, a conhecer caminhos e ruelas que antes desconhecia. E a aproveitar a companhia dos amigos e da família.
Claro, que pelo meio paro. Paro para me sentar e estudar nos jardins da Gulbenkian, coisa antes quase proibida por falta de tempo. Estudar era à noite, depois de fazer o que havia a fazer em casa, não havia tempo sequer para um meio passeio.
E o bem que me tem sabido ser só estudante...
Claro, que pelo meio paro. Paro para me sentar e estudar nos jardins da Gulbenkian, coisa antes quase proibida por falta de tempo. Estudar era à noite, depois de fazer o que havia a fazer em casa, não havia tempo sequer para um meio passeio.
E o bem que me tem sabido ser só estudante...
quinta-feira, 27 de maio de 2010
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Tenho de confessar que ainda não percebi muito bem. Se fui eu que escolhi os livros ou se foram eles que me escolheram a mim.
A minha relação com os livros e a leitura começou cedo. Desde que me lembro de mim, lembro-me de haver a Time e o Público na mesa da cozinha. Os livros sempre abundaram em casa. E eu sempre tive de todo o tipo de formato de livros. Dos para o banho, dos que se abriam e formavam figuras em três dimensões, dos livros-álbum, da banda desenhada e muitos mais.
Quando morava na bimbolândia tive a sorte de ter perto de casa uma boa biblioteca fixa da Gulbenkian. E isso, claro que foi mais uma ajuda. Era sem sombra de dúvida um espaço agradável de se estar. E foi assim, que ao contrário de muitas pessoas, guardei uma relação muito boa com este género de espaços. E, a minha mãe e a minha tia foram grandes mentoras no que toca ao prazer da leitura e do objecto livro.
Entretanto fui crescendo e fui vendo que existiam bibliotecas em que a única vontade que tinha era a de fugir a sete pés. Com funcionários mal-educados, pouco acessíveis, colecções moribundas e com prateleiras fechadas à chave.
Mas os tempos mudaram. Algumas bibliotecas continuam a ser locais claustrofóbicos, mas outras são espaços pelos quais me apetece perder. Com actividades muito apelativas, bibliotecários prestáveis e simpáticos, colecções ricas e jardins fabulosos.
E agora, é numa dessas que quero trabalhar.
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