2012 está-me a sair bastante para o crappy. Afinal, haviam por aí uma data de situações em que a corda haveria de arrebentar mais cedo ou mais tarde, portanto não vou (não quero) deixar que esta nuvem que tem pairado sobre mim continue a transtornar a minha vida.
Este é para ser um ano bom. Tem de ser um ano grande. E para isso, há que começar a eliminar as coisas negativas da minha vidas.
Do you think we'll be in love forever?
Do you think we'll be in love
You're no good for me
Baby you're no good for me
You're no good for me
But baby i want you, i want you
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
domingo, 8 de janeiro de 2012
sábado, 7 de janeiro de 2012
....
Eu bem sei que não sou a pessoa com o melhor feitio do mundo. Sei que às vezes tenho de gritar muito comigo própria para não extravasar demasiado com os outros. Mas há coisas que não suporto. E que pelos vistos, com o passar do tempo, suporto cada vez menos. E essas coisas, são a incompetência, a incoerência, o medo de se chamar a alguém a atenção por alguém estar a fazer algo errado, a burrice crónica, a vitimização.
Estou a passar por uma fase má, é verdade. Uma fase em que só me apetece dizer que então não quero saber. E o que me preocupa é que em determinado ponto da minha vida não quero mesmo. Eu não era assim. E preciso de ar fresco.
Estou numa de partir para outra.
Estou a passar por uma fase má, é verdade. Uma fase em que só me apetece dizer que então não quero saber. E o que me preocupa é que em determinado ponto da minha vida não quero mesmo. Eu não era assim. E preciso de ar fresco.
Estou numa de partir para outra.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Da moralidade
Acho piada que quem não tem moral nenhuma, venha justamente dar... lições de moral. Por exemplo, sobre estar no facebook na hora de trabalho.
Se será correcto andarmos a passear-nos por uma rede social em horário de trabalho? Não, não é. Agora, sempre ouvi dizer que ou há moralidade ou comem todos. E quando o exemplo não vem de cima... E quando dos lados o exemplo também não é dado.
E eu como já fui queimada num sítio onde achei que dei de mais e não vi grande tipo de retorno, hoje em dia jogo demasiado à defesa.
E começo a entrar na crise do ano e meio.
Se será correcto andarmos a passear-nos por uma rede social em horário de trabalho? Não, não é. Agora, sempre ouvi dizer que ou há moralidade ou comem todos. E quando o exemplo não vem de cima... E quando dos lados o exemplo também não é dado.
E eu como já fui queimada num sítio onde achei que dei de mais e não vi grande tipo de retorno, hoje em dia jogo demasiado à defesa.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
2012
Não gosto muito de resoluções de ano novo. Presumo que resoluções devam ser feitas a pouco e pouco, no dia-a-dia conforme o que a vida nos vai preparando...
A verdade é que o ano de 2011, foi assi um bocadinho.. nhé. Agora, olho para trás e presumo que estive quase o tempo todo a ver a vida passar. Tudo bem, fiz algumas coisas giras, comecei a investir no mestrado, mas pouco mais. Basicamente tenho a sensação que estive sentada no sofá a ver a vida passar. Tenho a sensação que estive em banho-maria. Tenho a sensação que foi um ano que passou e que não dei por ele. Que estive adormecida. Que nem sequer estive proactiva, quanto mais reactiva. E isso é tão pouco eu.
Este ano, sem querer fazer propriamente uma resolução, quer ter uma certeza (ou algumas certezas). Quero sentir-me mais viva, quero sentir que fiz mais. Não quero (de todo) chegar ao fim de um ano e achar que passei o tempo a flutuar no tempo e no espaço sem fazer nada de especial...
Quero voltar a viver, a ter uma vida mais minha, mais estridente, com mais paixão, mais no limite. Com tudo o que isso significar.
A verdade é que o ano de 2011, foi assi um bocadinho.. nhé. Agora, olho para trás e presumo que estive quase o tempo todo a ver a vida passar. Tudo bem, fiz algumas coisas giras, comecei a investir no mestrado, mas pouco mais. Basicamente tenho a sensação que estive sentada no sofá a ver a vida passar. Tenho a sensação que estive em banho-maria. Tenho a sensação que foi um ano que passou e que não dei por ele. Que estive adormecida. Que nem sequer estive proactiva, quanto mais reactiva. E isso é tão pouco eu.
Este ano, sem querer fazer propriamente uma resolução, quer ter uma certeza (ou algumas certezas). Quero sentir-me mais viva, quero sentir que fiz mais. Não quero (de todo) chegar ao fim de um ano e achar que passei o tempo a flutuar no tempo e no espaço sem fazer nada de especial...
Quero voltar a viver, a ter uma vida mais minha, mais estridente, com mais paixão, mais no limite. Com tudo o que isso significar.
domingo, 1 de janeiro de 2012
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