quarta-feira, 5 de maio de 2010

Eu e a minha amiga F., falávamos ontem da coragem que é ter filhos. Nunca tínhamos tocado no assunto, mas pelos vistos somos da mesma opinião.

E sim, chamamos-lhe coragem, porque consideramos que ao pôr alguém neste mundo, temos de ter algumas certezas financeiras, afectivas e emocionais de forma a que possamos dar o melhor a esse ser. E depois há os imprevistos, por exemplo a nível de saúde, que acontecem e que podem fazer com que a criança (e futuro adulto) se torne completamente dependente de nós.


Era mau se toda a gente pensasse como nós? Era. Provavelmente mais de metade da população não existiria. E ainda bem que há pessoas que decidem arriscar, mesmo quando o panorama não é o melhor.

Muita gente pode pensar que é egoísmo da nossa parte? Também. Mas não é. Para mim é apenas pôr as cartas na mesa e colocar todas as hipóteses, e avaliar até que ponto podemos ou não podemos acarretar com as consequências. (Diremos que podíamos fazer uma análise SWOT do problema...).

Eu gostava de ter filhos. E a F. também. E ambas adoramos crianças. E talvez por isso, e por termos medo de continuar a seguir as nossas ideologias e podermos vir a optar por não os ter, escolhemos já formas de compensar isso. Sem querer, seguimos também o caminho da educação. E é com crianças que (também) queremos trabalhar.

terça-feira, 4 de maio de 2010

E lá andamos nós

Acho que vou voltar todos os dias para tirar fotos com diversas personagens literárias!

Times are changing.

Everyone is moving on.

domingo, 2 de maio de 2010

Feliz dia da Mãe!

Para a minha mãe e também para a minha avó!

Duas mulheres que me educaram, abraçaram, ensinaram que a vida não só coisas boas e me deram a conhecer o que é o verdadeiro amor.

ADORO-VOS!

Porto de abrigo

God, I'm old!

Ontem em casa do meu homem, liguei a tv e no VH1 tocava isto.


No fim apercebi-me que esta música já tem 15 anos! WHAT??!!? Tinha eu 10 anos? 

sábado, 1 de maio de 2010

Nos últimos dias não tenho conseguido fazer nada da universidade. Sinto-me um tanto ou quanto vegetativa intelectualmente. Tenho a sensação que qualquer coisa se secou cá por dentro.

Tenho um trabalho para fazer, de uma disciplina que adoro, e ao contrário do que aconteceu durante estes três anos, em vez de o ir a correr fazer, não me sinto com cabeça para tal.

Tenho textos e textos para ler. Tenho fóruns para participar. Só tenho conseguido ler revistas do mais fútil possível. Mas hoje, ironia do destino, comprei a Happy, que traz um artigo sobre as mudanças que acontecem na nossa vida sem estarmos à espera. E fala justamente no despedimento. E tal como a entrevistada, quero pensar que isso, pode ter sido a melhor coisa que me aconteceu nos últimos tempos. Que não foi negativo, até porque, de certa forma, há pelo menos um ano que o desejava. Mas não era capaz de ser eu a dar o passo e a sair.